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Especialista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos explica porque artigos de beleza não são recomendados para as pequenas

Longe de ser coisa só de mulheres adultas, a vaidade feminina dá seus primeiros sinais ainda na infância. Afinal, que menina resiste à tentação de, às escondidas, usar e abusar da maquiagem da mãe?

Mas o que era só brincadeira de criança, agora é motivo de preocupação para os profissionais de saúde. As garotas começam a usar cada vez mais cedo produtos formulados para adultos. Sem o devido cuidado e orientação a aplicação de artigos de beleza como esmalte, batom, tinta de cabelo e maquiagem, podem trazer problemas para a saúde das crianças.

Segundo dermatologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Dr. João Paulo Junqueira Magalhães Afonso, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o uso de produtos de beleza não são recomendados para as pequenas.

A pele das meninas, assim como todo seu organismo, ainda não está plenamente desenvolvida e não tem uma barreira de defesa completa. Isso a torna mais vulnerável e pode facilitar o surgimento de dermatites e alergias que podem, inclusive, permanecer para o resto da vida.

Unhas

Usando com frequência, o esmalte pode causar alergia na região das mãos ou por todo o corpo. Além disso, o processo de tirar a cutícula compromete a proteção da unha proporcionando a entrada de fungos e bactérias.

Cabelos

Usar produtos para pintar, alisar e descolorir pode interferir no desenvolvimento natural do cabelo. A realização de escovas, de lavagem e o uso de produtos químicos agridem os fios e tornam o cabelo quebradiço e sem brilho.

Pele

O uso de maquiagem não é recomendado para crianças menores de 6 anos, pois ainda não têm entendimento sobre alguns cuidados como não esfregar os olhos com o produto aplicado e nem mesmo ingeri-los.

A partir dessa idade, maquiagens “recreativas” desenvolvidas para este público podem ser utilizadas com cautela. É importante ter atenção redobrada com as substâncias muito próximas aos olhos, como rímel e sombras, que oferecem alto risco de irritações.

Mesmo com todas as orientações, se o uso dos produtos for necessário é recomendado optar por versões infantis e que tenham o registro da Vigilância Sanitária (Anvisa) e Inmetro. Esses produtos são testados dermatologicamente e são menos danosos para a saúde das crianças.

Fonte: www.hpev.com.br

Chulé: aprenda a se livrar desse mal

Alterações no organismo aumentam a quantidade de suor no corpo e ocasionam o mau cheiro

Causado por alterações no organismo resultantes de problemas de tireóide, menopausa ou estresse, e altas temperaturas, o suor excessivo forma o ambiente perfeito para a multiplicação de bactérias que causam a bromidrose, conhecido popularmente como chulé.

“A falta ou a má higienização dos pés e o calor retido nos calçados propiciam o crescimento bacteriano”, afirma a dermatologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Márcia Grieco. “Por esse motivo, os homens, por usarem calçados fechados durante a maior parte do tempo, têm mais chances de apresentar bromidrose.”

A médica explica que o suor produzido pelo corpo contém água e eletrólitos, que são os sais minerais, e não tem odor. O mau cheiro é provocado pela ação de bactérias que se alimentam do suor e de todo material que se encontra sobre a pele. A umidade faz com que elas se proliferem mais rapidamente. “A retenção do suor entre os dedos piora com o uso de meias sintéticas, sapatos de borracha ou plástico e quando não enxugamos bem os pés”, explica.

Se mesmo evitando essas situações o mau cheiro persiste, é hora de procurar tratamento médico. No caso de micoses, o ideal para acabar com o cheiro ruim é usar antimicóticos à base de creme ou talcos. Nos casos em que não há micose ou fungos nos pés, os cremes antibióticos são mais indicados.

DICAS PARA ACABAR COM O CHULÉ

  • - Dê atenção à higiene dos pés, lavando-os com sabonete, bucha ou escova.

  • - Seque bem os pés entre os dedos com papel higiênico.

  • - Use sapatos arejados de couro ou pano para ficar em casa.

  • - Evite sapatos sintéticos, meias de nylon, solados e calçados de borracha ou plástico. Os forros devem ser de couro ou algodão.

  • - Não use o mesmo sapato todos os dias.

  • - Use talcos antissépticos sempre após o banho.

  • - Após o uso, coloque os calçados para secar em locais arejados e ensolarados.

  • - Se observar a existência de descamações entre os dedos, fissuras ou bolinhas, procure um dermatologista para checar a presença de fungos, micoses ou bactérias.

Fonte: www.hpev.com.br

Alongar, fortalecer os músculos mais exigidos e fazer exames médicos periódicos devem estar na rotina da prevenção.

A prática de cada modalidade esportiva requer um preparo físico específico para evitar o aparecimento de determinadas lesões. O ortopedista Agnaldo de Oliveira Júnior, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, orienta que os grupos musculares e articulações mais exigidas no esporte escolhido devem ser as mais trabalhadas.

"Como cada atividade esportiva demanda mais de determinada parte do corpo, o risco de desenvolver problemas sérios nestes locais é maior", completa. De modo geral, alongamento, fortalecimento muscular e exames médicos periódicos devem fazer parte da rotina de quem decide começar a praticar esportes.

Em modalidades que exijam mais dos membros inferiores - como no futebol e na corrida – é recomendado que a musculatura do quadril, coxa e perna e as articulações do joelho e tornozelo sejam as mais desenvolvidas. No caso dos adeptos de esportes em que o movimento é maior com membros superiores, como vôlei, tênis e natação, o foco do condicionamento são os músculos e articulações dos ombros, punhos e quadril.

"Alongar e fortalecer os músculos mais exigidos melhora também a movimentação e a flexibilidades das articulações ligadas a estes músculos, o que ajuda a evitar o desenvolvimento de lesões como entorse de joelho ou tendinite no ombro, por exemplo. Mas é importante ressaltar que como atleta deve-se trabalhar o corpo inteiro", finaliza o ortopedista.

Fonte: www.hpev.com.br

Mochilas pesadas podem provocar problemas na coluna dos estudantes.

Mochilas muito pesadas ou carregadas de maneira incorreta podem provocar sérios problemas de coluna nos estudantes. O excesso de peso dificilmente provocará alguma dor imediata na criança ou adolescente, mas com o passar dos anos aqueles que abusarem poderão apresentar comprometimento das articulações e da musculatura da coluna, favorecendo a lordose, aumento anormal da curvatura lombar, e a escoliose, desvio lateral da coluna.

De acordo com o ortopedista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, Agnaldo de Oliveira Junior, crianças e adolescentes não devem carregar mais que 10% do seu peso corporal.

Dados da Organização Mundial de Saúde revelam que 85% das pessoas têm, tiveram ou terão um dia dores nas costas provocadas por problemas de coluna.

Alguns cuidados durante a infância podem evitar boa parte destes problemas. De acordo com Oliveira Júnior, a maneira mais adequada de carregar a mochila é nos dois ombros, no meio das costas e não muito baixa. O ideal é deixá-la próxima a cintura.

Mochilas de rodinhas podem ser uma boa alternativa para o problema de sobrepeso, mas também devem ser utilizadas de maneira correta. "Puxar a mochila somente com um braço pode forçar o ombro e torcer o corpo. O indicado é alternar os lados utilizados para conduzi-la ou levá-la na frente do corpo", afirma o especialista.

De acordo com ele, além desses cuidados, deve-se investir desde cedo em atividades físicas e esportes. "Eles ajudam as crianças a manter a postura correta e evitam problemas na coluna, joelhos e quadris que sofrem com o excesso de peso das mochilas", diz. Sessões de fisioterapia e RPG auxiliam na melhoria da musculatura e na correção da postura dos estudantes. "É muito importante que os pais fiquem atentos a reclamações de dores nas costas e desvio da coluna para que a criança receba orientação de um especialista", conclui.

Fonte: www.hpev.com.br